domingo, 11 de outubro de 2015

Recado para véspera do dia das crianças

Recado para véspera do dia das crianças.

Pais, que no dia das crianças vocês não esqueçam que tudo o que um filho quer é se sentir amado por vocês. Se vocês elogiarem suas notas da escola, elas serão cada vez melhores. Se derem a eles a chance de errar e se arrepender, eles se abrirão cada vez mais com vocês. Se os elogiarem quando forem honestos, eles terão cada vez mais caráter. Se o abraçarem e forem carinhosos com eles, eles não se envolverão com pessoas que os desvalorizem. Não é 100% certeza de que vá ocorrer assim, mas é, no mínimo, o que acontece na maioria dos casos. A união e a relação de vocês é o modelo de vida em que suas crianças se espelham. Vocês são quem lhes ensina o certo e o errado. Para uma criança, só vale a pena fazer algo na vida se isso lhe trouxer amor e reconhecimento dos pais. Então preste atenção! Ame, ensine e corrija, empolgue-se com tudo o que seus filhos fazem, pois são nesses detalhes que vale a pena se sentir amado, e o amor é a única coisa pela qual vale a pena viver. As crianças entendem isso. Na verdade, todo o resto não tem valor para elas.


Dica: Se você não tem filhos, faça um órfão se sentir amado. Fará bem para a sua alma e para a dela.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Política e destruição de valores

Durante muitos anos o brasileiro foi desinteressado no que tange ao conhecimento e à participação na política, erro crucial. Apenas em uma sociedade em que as pessoas desprezam o conhecimento, inibindo, assim, seu poder de discernimento, é possível que bandidos subam ao poder.
Na democracia, o poder deveria ser do povo, mas o povo abdicou de seu próprio poder e o entregou aos bandidos. Estes bandidos vieram, por anos, prolongando tal poder à base de manipulação de informações, mídias e instituições de ensino, eles decidem o que vocês e seus filhos irão “estudar” e enfiam utopias e mitologias marxistas goela abaixo, tanto quanto as visões distorcidas da história, principalmente a do Brasil. Também mudam as leis e corrompem o sistema, interferindo na vida de todos os cidadãos de bem, favorecendo sua própria quadrilha e seu esquema de corrupção.
A falta de valores na sociedade é imprescindível para que o esquema corrupto prossiga com a sua revolução (revolução não é uma palavra positiva, tanto quanto conservar não é uma palavra negativa, a não ser em cabeças pequenas). Talvez, para você, não faça sentido os movimentos gayzistas, feministas e de minorias impondo suas ditaduras de pensamento, mas para os corruptos faz, e como faz!
Você, tendo medo de ter seus próprios valores e pensamentos, acaba por se tornar moldado pelos valores e pensamentos deles, que eles lutam ferrenhamente para tornar os únicos aceitos publicamente. É imprescindível também que destruam os Conservadores, pois estes mantêm vivos os valores naturais, honrados e eternos, que estão acima dos valores do homem corruptível e que é capaz de manter a ordem na sociedade e reger todo um sistema. 

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Tenha firmeza, Conservador!

É preciso ter muita firmeza para ser conservador no Brasil, porque, imagine: quando você é criança, a mídia expõe a você desenhos com mensagens subliminares socialistas; quando você é adolescente, a mídia te ensina que é “legal” ser um vadio, sem contar que seus professores jogam todo tipo de distorção histórica na sua cabeça (quem conta a história é quem está no poder); quando você entra na faculdade, principalmente em humanas, sujam ainda mais a sua mente com marxismo. E aí, “de repente”, você pensa que encontrou o “seu lugar” porque passou a vida inteira sendo induzido a pensar como esses desgraçados pensam. Digo sem medo de errar, qualquer mente fraca é facilmente corrompida pela técnica de imbecilização de Antonio Gramsci (comunista), até porque ela é maciça e constantemente reforçada pelas instituições e mídias aparelhadas.
Uma frase desse comunistazinho: 
“Não ataquem os tanques nem combata os soldados, corrompam as mentes”

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Crônicas de um Esquerdista

“É claro que os modinhas vão ser a favor da libertinagem de legalizar tudo.”
Primeiro o modinha quer passar a noite fumando um baseado, então ele tem que ser a favor da legalização da maconha. Aí ele vai querer ficar loucão, fazendo misturas de maconha com álcool ou até mesmo outras drogas, mas é claro que ele não quer se responsabilizar pelas loucuras que fizer, então, pelo risco de engravidar alguém, ele se torna a favor da legalização do aborto; “a mina engravidou numa trepada que eu nem lembro, por que eu tenho que me responsabilizar por isso?”, ele questiona em sua consciência jamais cobrada pela sociedade brasileira e ri. Gargalha, na verdade.
 Sem contar que ele ainda pode olhar para o rosto aterrorizado da mulher que ele estuprou ou da família que estão com os olhos inchados de tanto chorar por causa de um ente querido que ele assassinou e ficar repetindo a frase: “eu sou de menor!”. Então, um pseudointelectual de esquerda aparece na cena tomada pelo horror e diz: “Coitadinho, prendê-lo não vai tirá-lo do crime”.
A família da vítima assassinada ou da mulher estuprada instintivamente irá perguntar, com todo furor de indignação: “E deixá-lo solto vai tirá-lo do crime?”; sabendo que o garoto vai se tornar ainda mais criminoso por se tornar consciente da impunidade que assola o país, e torcendo com toda a fé que puderem para ter a sorte de nunca mais encontrar esse bandido pelo caminho.
Então, o pseudointelectual, sem encontrar uma resposta inteligente, sentindo uma leve ponta de culpa na consciência, liberta o estuprador/assassino de arcar com as consequências de suas próprias atitudes.
Seguido disso, ele volta para casa e se esforça para enganar a si mesmo, mentindo várias vezes na tentativa de se convencer de que fez um bom trabalho. Mas ele não consegue. Então entra no facebook e abre a fan page do “Tico Santa Cruz” ou “Quebrando o Tabu” e lê as postagens tendenciosas que eles fazem (ou de qualquer página de esquerda).
Daí em diante, a ponta de culpa que ele sentia por ter sido injusto e desumano começa a se esvair, lentamente. Ele acende um baseado e passa a destruir um pouco mais de neurônios, se autoenganando ao agir como se portasse um diploma de medicina só porque leu um artigozinho na internet dizendo que a maconha é boa, até sua mente ficar tão anestesiada a ponto de conseguir fingir que nada aconteceu. 

domingo, 5 de abril de 2015

Contraste - "Sua Vida" x "O que te fizeram pensar de sua vida"

A visão caolha de Rosseau implantada na sociedade te induz a pensar:
Se alguém roubou, a culpa é da sociedade que não deu boas condições de vida ao ladrão, e não uma questão de caráter e escolha;
Se alguém estuprou, a culpa é da pessoa estuprada que estava sensual demais, e não uma questão de violência física e psicológica ou transgressão à liberdade do outro;
Se alguém não é rico, a culpa é da sociedade ou dos pais, que o reprimiu e não deu apoio, mesmo que ele não tenha feito nada de diferente e só esteja vivo por causa dos pais, e não uma questão de falta de iniciativa, frouxidão e incompetência. 
Se alguém não é inteligente, a culpa é da sociedade que não investe em educação, e nada se deve ao fato de ele se imbecilizar na televisão vinte e quatro horas por dia e jamais buscar conhecimento.
Eu poderia citar dezenas de exemplos que traduzem o efeito que a visão desse pequeno filósofo de esquerda tem gerado na sociedade, que se resume a: gente frouxa, vitimista e propensa a depressão.
Caso esteja curioso, o pensamento central é: “O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. Claro, tem que haver um culpado pelos fracassos, mas esse culpado nunca é o próprio fracassado.
Quem tem o mínimo de estudo e discernimento sabe que o homem nasce mau, voltado para os seus próprios desejos, movido a instintos, impulsos animais necessários para a sobrevivência, mas que, à medida que amadurece, precisa evoluir sua humanidade de forma espirituosa (por isso você é o único animal racional) e canalizar os impulsos para saciá-los e poder viver em sociedade, respeitando limites e a existência do outro.
Seja diferente! Resista a essa doutrinação marxista ridícula que impuseram nas escolas e na mídia em geral. Bata no peito e diga: “Os meus atos são meus. Vou assumir minhas responsabilidades e arcar com as consequências.” Seja homem! Seja mulher! Você não é mais criança.



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O Filho Renegado – Para todos que tentaram

A carta vos apresento é de um grande amigo que me permitiu reproduzi-la desde que seu nome não fosse revelado. E pediu-me ainda que a intitulasse como “O Filho Renegado – Para todos que tentaram”.

Olá, meu nome é... Bom, meu nome não importa. E foi assim que eu me senti durante anos e anos por entre a minha família, sem nenhum timbre de importância. Não quero mudar o que se foi, só quero usar o passado para dizer que entendo sua dor e te mostrar um caminho.
Quando digo filho renegado, não estou falando de alguém que foi jogado na lata do lixo ou foi abandonado em uma casa adoção quando criança, mas de alguém que só queria se sentir amado pelas pessoas que chamou, durante muito tempo, de pai e mãe, de família.
Não foram poucas as vezes em que eu me anulei e fiz de tudo para ter um pouco de carinho, amor e atenção. Deixei de ser quem eu sou, de falar o que sinto e penso e de fazer o que eu realmente gostaria para ver se eles notavam o quanto eu precisava de um pouco de afeto deles. É verdade quando digo que nunca me senti amado. Tanto que me lembro de, um dia, em minha infância, perguntar-lhes se eu era adotado e eles rirem da pergunta.
Então você pergunta: “Eles não te deram roupa e comida? Não te colocaram na escola?” Eu te respondo: “Trocaria tudo isso e muito mais por me sentir amado. E quem sabe assim eu não precisaria ser uma pessoa indisciplinada na escola, pois era o único momento que eles voltavam a atenção para mim, nem que fosse para me xingar e me deixar de castigo. Era o único momento que eles me olhavam nos olhos e fazia parecer notória a minha existência. Eu encarava a fúria deles como a única forma de amor, a única forma de sentir que eu tinha a atenção deles”.
A coisa piora quando você tem um irmão desregrado, desobediente e arrogante, mas que recebe dos seus pais tudo o que você daria a vida para receber. De fato, meus pais nunca entenderam o efeito que causaram sobre a minha vida, e quando eu tentava lhes dizer, eles negavam e fingiam que estava tudo bem. A postura defensiva que eles adotavam não os permitia enxergar minhas dores, pois para isso precisariam admitir que erraram, e isso nunca foi um costume deles.
 Não adiantou chorar ou entrar em depressão, nem coisa semelhante a estas. Eles apenas diziam: “tratamos o seu irmão do mesmo jeito e isso não aconteceu com ele”. Não sei o que eles pensavam quando me comparavam, mas tudo o que me faziam sentir é: “Nem todo mundo é fraco como você”. Esses eram os momentos que eu mais queria fugir de casa, ir embora, não importava o que eu tivesse que fazer.
 Se você é pai ou mãe, ou pretende ser, por favor, entenda uma coisa: é impossível amar duas pessoas da mesma maneira, mas é possível fazer com que cada uma delas se sinta amada quando você olha para a alma e supre as necessidades específicas. Seria um absurdo amar quem está com fome dando-lhe agasalho, e amar quem está com frio dando-lhe comida; do mesmo jeito que é um absurdo achar que está amando quem precisa de afeto dando casa, roupa e comida. Em resumo, se você ama as pessoas do jeito que você quer e não do jeito que elas precisam, você nunca amou ninguém.
Para finalizar, quero passar o conselho que me deu forças para seguir em frente: “não busque o que nunca vai encontrar”. Eles, os pais que te negam, nunca vão tentar entender e nunca vão pedir desculpas. O jeito é, apesar de ter sido vítima da criação e do desamor incompreensível da parte deles, não fique se colocando no lugar de vítima. Erga a cabeça e siga sua vida. Mude os conceitos. Eles são bons cuidadores. Mas chame de família apenas as pessoas que se esforçam para você se sentir bem, isso vai evitar sofrimento. Não venha com discurso de que família não se escolhe, e nem venha jogar a culpa em Deus ou no destino. Ter o mesmo sangue nunca foi motivo o suficiente para amar ou esperar ser amado. E talvez esse seja o grande erro, achamos que vão nos amar como se deve amar, suprindo nossas necessidades; essa é a ilusão que causa a pior das dores, a dor de não se sentir amado, e, consequentemente, acreditar que não merece ser.
Como disse uma grande, e não politicamente correta, amiga: Não se ama com o sangue, se ama com o cérebro. E eu traduzo essa verdade da seguinte forma: Família não é quem tem o nosso sangue, é quem escolhemos para amar e proteger com todas as nossas forças, analisando e suprindo suas necessidades.

sábado, 18 de outubro de 2014

Pensar, o primeiro ato para não ser modinha.

Sem rodeios, pensar é o primeiro ato para não ser modinha porque pensar não está na moda. Aliás, creio que nunca esteve. Quando você pega um livro de história e lê sobre o Iluminismo, você não está lendo sobre a história da maioria do povo, e sim a de alguns pensantes que deram início a uma revolução, que, aí sim, afetou o povo.
Existe uma volúpia por querer ser “diferente” que sempre há alguém criando uma moda, digamos, um tanto quanto idiota para ter um estereótipo “diferente”. Preste atenção: estereótipo! O não ser, mas o parecer. Coisas como brincos, piercings, tatuagens, usar camisa do Che Guevara, odiar religioso, colocar em ex-bbb na política, votar na Luciana Genro (eleições 2014) e claro, publicar na rede social que votou e ignorar o fato do voto ser secreto, e blá blá blá. Depende do momento. O que levaria uma pessoa a isso, senão para aparecer e assumir que faz parte de um movimento modinha? Eu poderia citar milhões de exemplos, mas o objetivo é sempre o mesmo. Alguma coisa contra essas atitudes? NÃO especificamente. Alguma coisa contra a falta de raciocínio? SIM, totalmente. Porque uma democracia funciona por quantidade e não por qualidade. Quando você faz merda, indiretamente você está cagando na minha vida também.
Já parou para pensar que se você quer ser diferente e adere a uma moda, você não está mais sendo diferente? Talvez o grande problema social tenha sido crescer assistindo rebelde e malhação, onde o foco da vida é a aventura e a própria genitália, e não a vida em si. Eu sempre digo: “Não odeie o que ou quem a mídia te faz odiar, nem ame o que ou quem a mídia te faz amar. E principalmente, não pense como a mídia te faz pensar.”. “Por quê?”, alguém pergunta. “Porque a mídia não quer o seu bem, apenas o seu dinheiro e sua alienação”, eu respondo. “Mas ela não tem o meu dinheiro”, alguém retruca. Argh! Ela não sabe o que é alienação, eu penso. “Ela tem a sua mente, que controla o seu dinheiro e a sua vida. Se eu for de madrugada à sua casa, provavelmente a TV estará ligada, transmitindo uma chiadeira”, eu finalizo.
Quer ser diferente? Seja honesto, estude, pense, evolua e mude, porque isso não está na moda, nem nunca estará. Não pense que é um revolucionário porque foi na marcha da maconha. Aliás, maconha você consegue sem lutar, principalmente porque se você luta por isso deve ser um playboy com dinheiro sobrando pra comprar. Alguém com necessidades reais se importaria mais em lutar por saúde, educação, moradia e alimento, tudo ao que diz condições de vida dignas para um ser humano. Não gostou? Volte para a sua televisão, coloque uma camisa do Che Guevara e vá lutar pelo socialismo à custa do seu papai capitalista.